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AYSLIM: A MANGA AFRICANA P/ OBESIDADE E DIABETES PDF Imprimir E-mail
Sex, 15 de Janeiro de 2010 08:37
AYSLIM EXTRATO DE MANGA AFRICANA

manga
     Motivo de preocupação em todo o mundo, os casos de Diabetes Mellitus vêm crescendo em velocidade cada vez maior, em função também dos confortos proporcionados pela vida moderna, tais como o sedentarismo, o acesso fácil a alimentos gordurosos e doces, e ao crescente estresse observado nas atividades profissionais.
     Com isso, muito tempo e dinheiro vêm sendo investido no desenvolvimento de novas técnicas e medicamentos voltados para o controle da doença. Um dos mais recentes lançamentos nesta área é o Ayslim Extrato de Manga Africana, um extrato das sementes de uma árvore natural da África e do sudeste asiático, chamada Irvingia gabonensis.

     Estudos epidemiológicos realizados em populações tribais da África Ocidental mostraram que algumas tribos apresentavam baixa incidência de obesidade, diabetes e doenças relacionadas devido ao uso constante de uma pasta feita das sementes da planta, utilizada para engrossar sopas. Esta descoberta levou ao desenvolvimento de um extrato concentrado de Irvingia que reduz medidas pela queima de gordura ao mesmo tempo em que controla a dislipidemia, reduzindo do colesterol LDL e triglicerídeos, e melhorando os níveis do colesterol HDL, assim como reduz os níveis de glicose sanguíneos.

     Vários mecanismos de ação têm sido propostos para explicar os benefícios da I. gabonensis para o organismo. Estudos realizados em 2006 pela professora Judith Ngondi e outros especialistas da University of Yaounde I, de Camarões, avaliaram os efeitos de três formas diferentes das sementes da Irvingia - sementes brutas, sementes sem ácidos graxos e a fração protéica não purificada - sobre os níveis de glicose sanguíneos e o peso corporal de ratos normoglicêmicos alimentados com manteiga de karité.

     As três formas das sementes reduziram simultaneamente os níveis de glicose e o peso corporal dos animais de modo significativo, o efeito máximo tendo sido observado com as sementes sem ácidos graxos. Os autores acreditam que o maior conteúdo de fibras e de proteínas contidas nas sementes sem ácidos graxos podem ter provocado um atraso no esvaziamento estomacal dos animais, levando a uma absorção mais gradual de açúcar alimentar e diminuindo a elevação da glicemia. Além disto, as fibras presentes nas sementes podem ter acrescentado volume à dieta, o que tendeu a reduzir a ingestão de alimento, o consumo de calorias e o peso corporal em longo prazo.

     Os níveis de glicose e o peso corporal dos ratos também foram reduzidos com a administração da fração protéica das sementes da Irvingia, supostamente devido à presença de anti-amilases protéicas, na opinião da equipe de Ngondi. Por outro lado, o efeito estimulador da secreção de insulina pode ser outra explicação possível para os resultados observados com as proteínas das sementes da I. gabonensis neste estudo. Os autores notaram que a fração protéica produziu as menores variações na carga pós-prandial (após as refeições) dos animais.

     Outro estudo do mesmo autor corroborou com esses achados em humanos (Ngondi et al, 2005). A administração oral da I. gabonensis foi capaz de reduzir significativamente o peso corporal de indivíduos obesos. Este estudo duplo-cego, cruzado e placebo controlado envolveram um total de 40 sujeitos obesos com idade entre 19 e 55 anos, que receberam cápsulas contendo 350mg de um extrato bruto das sementes de I. gabonensis ou farelo de aveia (placebo). Três cápsulas foram ingeridas com um copo de água morna três vezes ao dia, meia hora antes das principais refeições, totalizando 3,15g do extrato diariamente. Os voluntários permaneceram sob dieta normocalórica ao longo do estudo. De acordo com os autores, embora a percentagem de gordura corporal não tivesse reduzido nem no grupo da Irvingia nem no grupo placebo, as circunferências da cintura e do quadril tiveram redução significativa no grupo da Irvingia.

     Os indivíduos tomando I. gabonensis também apresentaram os componentes lipídicos do sangue significativamente reduzidos. A concentração do colesterol total plasmático foi reduzida em 39,21%, a do triglicerídeo foi reduzida em 44,90% e do LDL (colesterol ruim) em 45,58% no grupo que recebeu a planta. Isto foi acompanhado de um aumento significativo de 46,85% no colesterol HDL (colesterol bom). As taxas de colesterol total/HDL e de glicose sanguínea também foram reduzidas.

Indicações e usos - O Ayslim Extrato de Manga Africana é distribuído para farmácias de manipulação de todo o Brasil e a Pharma Pura já dispõe no eu estoque. É recomendado como adjuvante no tratamento da obesidade, diabetes e doenças relacionadas, sempre sob supervisão médica. Recomenda-se a ingestão de até três cápsulas de 500mg do Ayslim® Manga duas vezes ao dia, meia hora antes das principais refeições, juntamente com um copo de água.